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Atenção, última peça!

Amonita em rocha matriz, espécie indeterminada
Período Cretáceo, aproximadamente entre 145 e 66 milhões de anos
Procedência, Marrocos

Este exemplar preserva uma amonita fossilizada ainda integrada à sua rocha original, tal como foi encontrada nos antigos depósitos marinhos do norte da África. Mesmo sem a identificação precisa da espécie, a forma espiralada característica revela sua origem entre os cefalópodes que dominaram os oceanos do período Cretáceo, um tempo em que mares quentes cobriam grandes extensões do planeta e a vida marinha era extremamente diversa.

As amonitas eram moluscos marinhos aparentados aos atuais náutilos e lulas, protegidos por conchas externas divididas em câmaras internas. Essas estruturas permitiam controlar a flutuabilidade e deslocar se pelas águas antigas com eficiência. Ao longo de milhões de anos, após a morte do animal, a concha foi lentamente soterrada por sedimentos finos no fundo do mar, iniciando o processo de fossilização. Com o tempo, os minerais substituíram ou preencheram a estrutura original, preservando sua forma com grande fidelidade.

O fato de a amonita permanecer fixada na rocha matriz torna a peça ainda mais especial do ponto de vista científico e estético. A matriz sedimentar registra o ambiente onde esse organismo viveu e foi soterrado, funcionando como uma janela para os antigos fundos oceânicos do Cretáceo. Cada exemplar carrega marcas naturais do tempo geológico, com texturas e relevos únicos formados ao longo de dezenas de milhões de anos.

As amonitas desapareceram completamente no final do Cretáceo, durante o grande evento de extinção que também levou ao desaparecimento dos dinossauros não aviários. Hoje, seus fósseis são considerados importantes indicadores geológicos e um dos símbolos mais reconhecíveis da vida marinha pré histórica, unindo valor científico, histórico e visual em uma única peça natural.