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A água marinha é a pedra de 2026.
E não é por acaso que Minas Gerais ocupa um lugar central nessa história.

Em terras mineiras, a água marinha nasce do mesmo berço geológico que moldou algumas das gemas mais importantes do mundo. Pegmatitos antigos, ricos em berílio, lentamente deram origem a cristais que carregam tons de azul e verde, como se aprendessem a cor observando rios, céus e horizontes ao longo de milhões de anos. Cada exemplar mineiro é um registro silencioso desse tempo profundo, onde pressão, química e paciência trabalharam juntas.

As águas marinhas de Minas Gerais se destacam pela delicadeza cromática e pela pureza estrutural. Muitas apresentam transparência notável, crescimento bem definido e cores suaves, elegantes, longe do exagero, características que refletem o próprio caráter da geologia local. São pedras que não gritam, mas permanecem. Quanto mais se observa, mais elas revelam.

Existe também um valor histórico e cultural. Minas não produziu apenas gemas, produziu uma relação íntima entre o homem e a terra. Garimpos, serras, cursos d’água e histórias familiares estão entrelaçados com esses cristais. Ter uma água marinha mineira é segurar um fragmento dessa narrativa, onde ciência, trabalho humano e natureza se encontram.

Ao ser apontada como a pedra de 2026, a água marinha simboliza clareza, continuidade e consciência do tempo. As exemplares de Minas Gerais reforçam esse significado, pois não representam apenas beleza, mas origem, processo e memória geológica. São pedras que olham para o futuro sem romper com o passado, exatamente como a própria história mineral do Brasil.